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Brasil

28/06/2021

ATUALIZADA: Lázaro Barbosa morreu após ser baleado em confronto com a polícia

ATUALIZADA: Lázaro Barbosa morreu após ser baleado em confronto com a polícia

Suspeito de diversos assassinatos era procurado durante 20 dias em uma megaoperação.

A Polícia Civil de Goiás confirma que Lázaro Barbosa morreu após ser baleado durante confronto com a polícia, na manhã desta segunda-feira, 28. 

O suspeito de diversos assassinatos foi preso na região de Águas Lindas de Goiás, depois de a polícia receber a informação de que ele estava escondido na casa de uma ex-mulher. Essa mulher foi levada à delegacia. 

Lázaro chegou a ser socorrido e encaminhado a um hospital em Cocalzinho de Goiás, onde o óbito foi confirmado. 

A notícia da prisão foi divulgada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, por meio das redes sociais.

O suspeito de diversos assassinatos estava sendo procurado há 20 dias em uma megaoperação em Goiás e no Distrito Federal. 

"Tá aí, minha gente, como eu disse, era questão de tempo até que a nossa polícia, a mais preparada do país, capturasse o assassino Lázaro Barbosa"

As buscas nesta segunda-feira estavam concentradas na região de Águas Lindas de Goiás, depois que uma ex-mulher dele foi levada para a delegacia, após informação de testemunhas de que Lázaro estava na casa dela.  

Histórico

Lázaro foi preso em 2009, mas conseguiu fugir do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, em 2016. À época, não retornou da saída temporária de Páscoa. Em 2018, ele foi detido novamente, desta vez em Águas Lindas de Goiás, mas escapou da prisão poucos meses depois.

O homem que a Polícia perseguia é acusado de matar, a tiros e facadas, três pessoas na zona rural de Ceilândia. Os mortos eram Cláudio Vidal de Oliveira, de 48 anos, e os filhos Gustavo Marques Vidal, de 21, e Carlos Eduardo Marques Vidal, de 15.

Lázaro também é apontado como responsável pelo sequestro da mulher de Cláudio, Cleonice Marques de Andrade, de 43 anos. O corpo dela foi encontrado no dia 12 à beira de um córrego, o mesmo do estupro de 2009. "Ela foi morta no começo e eu fui violentada quase no final do córrego", contou ao Estadão a vítima do crime cometido há 12 anos. "Depois que a Cleonice morreu, fiquei bem abalada. Mexeu muito comigo."

 

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Fonte: GOIOERÊ | CIDADE PORTAL | O DIÁRIO DE MOGI

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